Desde 1750 no coração duriense.

As icónicas caves de Vila Nova de Gaia foram remodeladas durante o confinamento e o circuito de visitas foi enriquecido com novidades que integram o arquivo histórico da marca.
As duas principais novidades são a criação de um mini-museu e uma nova sala de exposições. No caso do primeiro, é composto por máquinas antigas utilizadas no processo de vinificação, onde se incluem também as fases de engarrafamento e rotulagem. No caso da nova zona de exposições, esta baseia-se no arquivo da Burmester, dando a conhecer materual diverso como correspondência, antigos rótulos, fotografias e documentos que mostram a evolução da atividade ao longo dos últimos três séculos.
A Sogevinus aproveitou o período em que as Caves de vinho do Porto Burmester estiveram de portas encerradas, durante o confinamento, para fazer obras de remodelação ao espaço e dar um novo uso a algum património histórico da empresa que estava em arquivo.
Com quase três séculos de existência, a Burmester está agora a mostrar um pouco mais da sua história nas caves de vinho do Porto, situadas em Vila Nova de Gaia.
A Sogevinus, grupo que também engloba marcas como a Cálem, a Kopke, a Barros ou a Quinta da Boavista, aproveitou o tempo de confinamento para fazer obras de remodelação e dar um novo uso a algum património histórico da Burmester, que estava em arquivo.
Nas caves poderá ver o balseiro mais antigo do grupo Sogevinus, objecto que data de 1883 e que foi oferecido pelo pai de Henriqueta Guedes ao seu genro, Gustavo Burmester, como dote de casamento. Durante a visita, vai também passar pelos tonéis onde o vinho do Porto é envelhecido.
Aqui, além de se deslumbrar com a vista sobre o Porto, pode descobrir um pedaço da região do Douro na cidade, já que estão plantadas algumas videiras vindas diretamente da Quinta do Arnozelo, a quinta da Burmester localizada no coração duriense.