Chefe de Estado em Itália.

O Palácio do Quirinalle, em Roma, foi palco esta quarta-feira da reunião do grupo de Arraiolos. Anualmente, presidentes não executivos de 15 Estados-membros da União Europeia encontram-se para acertar o passo. Uma iniciativa lançada em 2003 pelo então chefe de Estado português Jorge Sampaio. A morte do antigo presidente marcou aliás os trabalhos, que arrancaram com um voto de pesar.
No final, Marcelo Rebelo de Sousa, destacou a necessidade de construir pontes para responder aos desafios globais e considerou que nesta tarefa a União Europeia tem um papel determinante.
“É tempo de perceber que o mundo é multipolar e precisa de ser mais multilateral. Não é uma questão de escolha, é um facto. A União Europeia tem o dever de desempenhar um papel ainda mais importante no mundo, quer por si própria, com os nossos aliados próximos, como os da NATO, com os nossos parceiros e, em geral, com o mundo inteiro,” afirmou o chefe do Estado português.
O Grupo de Arraiolos tem o nome da cidade onde há 18 anos decorreu o primeiro encontro dos presidentes de países com regimes parlamentares ou semi-presidenciais. No próximo ano, a cimeira terá lugar em MAlta, antes de voltar a relizar-se em Portugal.

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