A galp registou um lucro de 140 milhões de euros no segundo trimestre do ano, o que fez a empresa fechar o semestre a lucrar 166 milhões, segundo os resultados comunicados à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
De acordo com os resultados comunicados à CMVM, este lucro de 166 milhões contrasta com os prejuízos (22 milhões) que a empresa tinha tido no primeiro semestre de 2020.
No primeiro semestre do ano, o EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de 1.071 milhões de euros, um acréscimo de 41% em termos homólogos, “dadas as melhores condições de mercado”, refere a empresa.
A Galp refere ainda que o ‘cash flow’ operacional ajustado (OCF) nos primeiros seis meses do ano aumentou 68% relativamente ao período homólogo, para 914 milhões de euros.
Quanto ao segundo trimestre do ano, a empresa destaca que o ‘cash flow’ operacional ajustado atingiu os 470 milhões, um aumento de 231 milhões em termos homólogos “dadas as condições macroeconómicas desafiantes de 2020, suportado na maior contribuição do ‘Upstream’, assim como no melhor desempenho das atividades de ‘downstream'”.
No primeiro semestre do ano, o investimento totalizou 402 milhões de euros, com o Upstream a representar 71% do total, enquanto as atividades de downstream representaram 11% e as ‘Renewables & New Businesses’ 16%. O investimento líquido representa um ganho de 8 milhões de euros, “considerando receitas de desinvestimentos durante o período, com destaque para a participação na GGND”, refere a Galp.
A produção ‘working interest’ – a produção bruta de matéria-prima, sobretudo petróleo, que inclui todos os custos decorrentes das operações – caiu 4% em termos homólogos no primeiro semestre do ano para 126,8 mil barris.
Já a produção líquida (net entitlement) – após o pagamento de impostos em espécie aos países em que produz e que revertem integralmente para os resultados da Galp – caiu no primeiro semestre do ano 4%, para 125,1 mil barris.
Nos primeiros seis meses do ano, considerando os dividendos pagos a acionistas de 290 milhões de euros e a interesses que não controlam de 78 milhões, assim como outros ajustes, a dívida líquida diminuiu 354 milhões, para 1.711 milhões de euros, face ao final de 2020.

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