Filipa Belo,  diretora-geral Executiva da Associação Empresarial de Paços de Ferreira,  entidade promotora do certame, em jeito de balanço e apesar de não dispor ainda do número final de visitantes, mostrou-se agradada com o número de pessoas que visitaram a mostra e manifestaram o interesse em comprar.

“As nossas expectativas, e apesar das restrições em vigor devido à crise sanitária que continua a atingir o país, foram atingidas. Não dispomos dos números finais, mas verificámos que ao longo destes quatro dias foram muitos os curiosos que visitaram o certame e evidenciaram interesse em querer consumir o mobiliário”, disse, salientando que estiveram  presentes nesta mostra cerca de 50 expositores e marcas em representação do concelho, numa aposta que considerou ganha.
Falando da ideia de deslocalizar o certame para Lisboa, Filipa Belo realçou que a organização pretendeu com esta decisão dar a conhecer este o setor à capital do país, diversificar o seu público-alvo, conquistar novos públicos e entrar em novos ninhos de mercado com o objetivo de continuar a afirmar o mobiliário do concelho de Paços de Ferreira, como um produto de excelência do território, que tem impactos significativos na economia local, que é igualmente conhecido à escala nacional e internacional.
Refira-se que o 55.ª edição da feira de mobiliário Capital do Móvel, promovida pela Associação Empresarial de Paços de Ferreira, foi inaugurada pelo primeiro-ministro, António Costa.
O governante na abertura do certame relevou a capacidade e a resiliência dos empresários do concelho, a quem deixou uma palavra de inventivo.
Na sessão de boas-vindas, o presidente da Câmara de Paços de Ferreira, Humberto Brito, lembrou o esforço dos empresários e dos trabalhadores do concelho, bem como a capacidade de superação das famílias, dos atores e agentes da comunidade para superar essas mesmas dificuldades e contornarem as vicissitudes suscitadas pela crise pandémica.

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