A Câmara de Paredes admitiu ter sido detetada «legionella» no pavilhão da Escola Básica 2,3 da cidade, garantindo, porém, que “os alunos e os atletas nunca estiveram em perigo”.
“Os alunos e os atletas nunca estiveram em perigo. Esta situação deve-se principalmente ao facto de a infraestrutura ter estado parada, antevendo essa possibilidade, foram reforçadas as análises e assim que a informação nos chegou foi de imediato comunicado à escola e à delegação local de saúde pública e ao União Sport Clube de Paredes”, lê-se num esclarecimento enviado pela autarquia socialista.
Ainda segundo o município, “foram suspensas as atividades e a Câmara diligenciou com o clube uma solução para a prática do Hóquei em Patins e do Futsal”.
A posição de Paredes ocorre depois de o PSD local ter questionado, em comunicado, se a “a legionella voltou a atacar Paredes”.
“Alexandre Almeida [presidente da câmara] é, de facto, um mau gestor autárquico. Ao fim de quatro anos de mandato ainda não conseguiu aprender com os seus próprios erros. Continua a colocar em perigo os munícipes, jovens e menos jovens, na saúde devido à presença da bactéria da legionella, desta vez no pavilhão municipal que dá apoio à escola EB 2/3 em Paredes, colocando em perigo não só os jovens estudantes, bem como os praticantes de hóquei em patins, que agora têm que praticar a sua modalidade em Penafiel”, refere Ricardo Sousa, presidente da comissão política do PSD de Paredes.
O partido recorda o caso de «legionella» ocorrido no complexo desportivo (piscinas e ginásio) Rota dos Móveis, em Recarei, e a “situação análoga, passados poucos meses, nos centros escolares de Recarei e de Mouriz”.
Sobre este caso no estabelecimento de ensino da sede do concelho, denunciado pelo PSD, a Câmara alega que “a escola dispõe de um plano de prevenção e controlo da «legionella» e que a autarquia, em articulação com a escola, reforça esse programa e faz análises também.

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