A atividade marítimo-turística está de novo autorizada na Via Navegável do Douro (VND), ainda que sujeita a algumas restrições.
O comandante da Capitania do Douro, Rui Manuel Santos, disse que as condições para as empresas marítimo-turísticas “são em tudo idênticas às que foram impostas” para outras atividades, nesta segunda fase do desconfinamento.
Assim, só podem navegar as embarcações que tenham uma área onde os passageiros possam circular igual ou inferior a 200 metros quadrados e com uma lotação limitada a dois terços da capacidade.
Já os barcos turísticos com restaurante a bordo estão obrigados a cumprir com as restrições que foram impostas à restauração e similares, ou seja, a refeição só pode ser feita ao ar livre e em esplanadas.
Segundo dados da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), citados pela revista Volta ao Mundo, a Via Navegável do Douro recebeu 225.893 passageiros entre janeiro e outubro de 2020, uma quebra de 78% face ao mesmo período de 2019.

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