O dirigente do partido, de 47 anos, terá morrido na sequência de um enfarte.
Nuno Lima Mayer Moreira era filho do ex-presidente do CDS Adriano Moreira e irmão de Isabel Moreira e morreu esta quarta-feira. A sua morte foi tornada pública nas redes sociais, através de publicações de membros do CDS-PP.
Francisco Rodrigues dos Santos, atual presidente do partido, escreveu no Facebook que “o Nuno foi um Homem seriamente devoto dos seus valores muito certos, militantemente apaixonado por causas que valiam a pena, com uma forma elevada, digna e simples de se partilhar com os outros. Foi protagonista do nosso CDS PP, um militante, dirigente e autarca a toda a prova, imbuído de uma energia e entrega contagiantes, que fizeram de nós maiores”.
Nuno Mayer tinha sido candidato à junta de freguesia da Ajuda, em Lisboa. O eurodeputado Nuno Melo escreveu no Facebook que “o Nuno era um homem bom, amigo, leal. Connosco partilhou inúmeros desafios em nome do CDS, em particular na freguesia da Ajuda, onde era autarca. Um militante de princípios, respeitoso e um lutador incansável por tudo aquilo em que acreditava. Um homem bom e honesto que a política e a amizade nos deu a conhecer”.
Assunção Cristas também usou a mesma rede social para prestar homenagem a Nuno Mayer Moreira: “Do Nuno, lembrarei sempre a sua dedicação à causa pública e ao CDS: em 2017 a forma apaixonada como abraçou a candidatura à Junta de Freguesia da Ajuda e depois a dedicação no cumprimento do seu mandato de eleito de Freguesia; em 2019 a generosidade com que encabeçou a lista de Bragança, mesmo sabendo que era uma eleição impossível. Devo-lhe a amizade, o apoio incondicional, a lealdade permanente.”
Como recorda Assunção Cristas, Nuno Moreira foi candidato pelo círculo de Bragança nas eleições legislativas de 2019. A escolha de Nuno Moreira para cabeça de lista pelo distrito chegou a motivar a demissão da líder da distrital, Carla Tavares, conforme deu nota o Expresso. Segundo Nuno Moreira o “primeiro desafio político” para o qual foi convidado foi em 2017, nas autárquicas, quando conseguiu ser eleito para a freguesia da Ajuda, em Lisboa, onde vivia há 19 anos segundo uma pequena nota biográfica divulgada aquando da candidatura pela coligação Nossa Lisboa (CDS/MPT/PPM).

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