O Movimento Diz Não ao Paredão lamentou que a obra tenha sido adjudicada.

A Câmara Municipal de Matosinhos adiantou, esta quarta-feira, que a adjudicação do prolongamento do quebra-mar do Porto de Leixões, anunciada pela administração portuária, era o “passo seguinte” após a emissão da Declaração de Impacte Ambiental (DIA).
“Todos os participantes do grupo de acompanhamento da empreitada de prolongamento do quebra-mar do Porto de Leixões tinham conhecimento dos ‘timings’ [prazos] previstos, ou seja, todos sabiam que depois de publicada a DIA – que deu resposta às questões mais relevantes que saíram do processo de discussão pública – o passo seguinte seria o da adjudicação”, reagiu, assim, esta autarquia do distrito do Porto à adjudicação da obra, anunciada pela administração portuária.
Por seu lado, o Movimento Diz Não ao Paredão lamentou que a obra tenha sido adjudicada sem ter sido reavaliada, conforme recomendação da Assembleia da República ao Governo.
“Tenho pena que não tenham seguido a recomendação da Assembleia da República e, desta forma, ficamos todos a perder com a não reavaliação desta empreitada”, afirmou o presidente do movimento, Humberto Silva, numa alusão às quatro resoluções que o Parlamento aprovou, em 16 de outubro, e que recomendavam ao Governo a suspensão ou reavaliação das obras do prolongamento do quebra-mar.
A obra de prolongamento do quebra-mar do Porto de Leixões, em Matosinhos, foi adjudicada e deverá ser consignada em fevereiro, revelou hoje à Lusa o presidente da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

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