O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, afirmou hoje no parlamento que “qualquer intervenção pública” na TAP “implicará que o Estado português” acompanhe “todas as decisões que serão tomadas” nos próximos tempos na companhia aérea.
“Qualquer intervenção do estado soberano na TAP implicará que o Estado português, através do Governo, acompanhe todas as decisões que serão tomadas nos próximos tempos com impacto relevante na vida e no futuro da empresa”, afirmou o governante, que adiantou que está a ser estudado o modelo de apoio.
“A música agora é outra no que diz respeito à TAP”, afirmou, sublinhando que a companhia aérea, “sem intervenção pública, não tem qualquer possibilidade de sobreviver”.

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