João Sobrinho Teixeira, ex-presidente do Politécnico de Bragança, tomou posse esta quarta-feira. FAP diz que mudança pode ser positiva, se o ministro Manuel Heitor começar a delegar.

O país acordou no domingo com a notícia de uma remodelação mais alargada do que a saída do ministro Azeredo Lopes, na sexta-feira, faria supor. De uma assentada, mudaram quatro ministros – Defesa, Saúde, Cultura e Saúde – e dez secretários de Estado.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) não ficou imune a alterações. Maria Fernanda Rollo, número dois de Manuel Heitor, saiu para dar o lugar a João Sobrinho Teixeira, a quem foi dada posse, esta quarta-feira, pelo Presidente da República, como secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
A mudança é recebida com ironia pelo presidente da Federação Académica do Porto (FAP): “Surpreendido? Eu até pensei que o Ministério estava vazio… não tenho notícias do ministro desde março. Ainda há ministro?”.
Diálogo tem sido coisa que não tem havido entre a tutela e os estudantes e João Pedro Videira queixa-se disso. A chegada de João Sobrinho Teixeira, que presidiu ao Politécnico de Bragança durante 12 anos [ver caixa], até pode ser positivo, mas para isso é preciso “que o ministro comece a delegar”. Um ponto que considera positivo é o sinal de “valorização do subsistema politécnico” que a escolha reflete na opinião do dirigente associativo.

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