Macau acolhe uma exposição de pintura que celebra a «diversidade e o equilíbrio» de artistas, técnicas e temas do mundo lusófono.

«Aquilo que procuramos fazer todos os anos é trazer [a Macau] um conjunto diversificado, uma coletiva com um artista de cada país [de língua portuguesa]», explicou José I. Duarte, responsável pela curadoria a par de Lina Ramadas.
Ao todo, são nove os artistas representados na exposição, cada um com três trabalhos originais: Dila Moniz (Angola), Graça Tirelli (Brasil), Hélder Cardoso (Cabo Verde), Hipólito Ismael Djata (Guiné-Bissau), Lio Man Cheong (Macau), Graça Costa (Moçambique), Alfredo Luz (Portugal), Kwame Sousa (São Tomé e Príncipe) e Gelly Neves (Timor-Leste).
«Procuramos encontrar obras significativas do trabalho daqueles artistas, artistas diferentes todos os anos, neste contexto de diversidade de modo a que a exposição seja diversificada e equilibrada», apontou José Duarte.
Integrada na série anual ‘Pontes de Encontro’, a exposição de pintura lusófona vai estar patente até ao dia 4 de novembro, no Clube Militar de Macau.

 

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