Docentes exigiam a contagem integral do tempo de serviço: nove anos, quatro meses e dois dias de serviço. O Conselho de Ministros acedeu a recuperar parte desse tempo.

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de devolver aos professores dois anos, nove meses e 18 dias do tempo em que as carreiras dos docentes estiveram congeladas.
Os professores vão assim recuperar, para efeitos de progressão de carreira, apenas uma parte nove anos, quatro meses e dois dias de serviço.
Em declarações aos jornalistas Tiago Brandão Rodrigues, diz que o decreto-lei agora aprovado surge na sequência de um longo processo negocial em que “o Governo foi flexível” e “os sindicatos foram inflexíveis”.
Esta foi a solução encontrada pelo Governo para que a recuperação da carreira dos professores tivesse “paralelismo nas carreira da Função Pública”, diz.
A semana de greves dos professores para exigir que o tempo de serviço congelado seja contabilizado na progressão de carreira termina esta quinta-feira. Em quatro dias de greve em vários pontos do país, os professores protestaram ainda contra a sobrecarga horária e da precariedade.

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