Autoridades francesas congelaram bens iranianos. Governo de Teerão nega qualquer envolvimento no caso.

As autoridades francesas acusam o Irão planear um ataque bombista contra um encontro de exilados, realizado em junho, nos arredores de Paris.
“Uma longa, meticulosa e detalhada investigação dos nossos serviços secretos permite-nos concluir, sem qualquer dúvida, que a responsabilidade é do Ministério das Secretas do Irão”, disse fonte diplomática à agência Reuters.
A ordem partiu do vice-ministro e diretor-geral dos serviços de inteligência, Saeid Hashemi Moghadam, e o ataque foi coordenado no terreno por Assadollah Asadi, um diplomata detido pelas autoridades alemãs, indica a mesma fonte.
Em retaliação por esta ataque, as autoridades francesas congelaram bens pertencentes aos serviços secretos de Teerão e a dois cidadãos iranianos.
O Irão já negou qualquer envolvimento no caso. Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros considera que o incidente foi “engendrado por aqueles que querem prejudicar as relações do Irão com a França e a Europa”.
O alvo do alegado plano era uma reunião do Conselho Nacional da Resistência do Irão (NCRI, na sigla inglesa), realizada a 30 de junho, nos arredores de Paris, que contou com a presença de Rudy Giuliani, advogado do Presidente norte-americano, Donald Trump, e vários antigos ministros europeus e árabes.

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