Presidente da associação sindical considera que a falta de disponibilidade do gabinete do Primeiro-ministro representa a “falta de respeito” para com o trabalho dos profissionais.

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) quis esta segunda-feira entregar uma carta reivindicativa na residência oficial do primeiro-ministro, mas ninguém do gabinete de António Costa apareceu para receber a missiva, disse o presidente da associação sindical.
Paulo Rodrigues, adiantou que à chegada à residência oficial foi dito à delegação da ASPP/PSP que não havia ninguém do gabinete do primeiro-ministro para receber a carta, porque estavam todos ocupados, mas que podia deixar a carta ao polícia de serviço no local.
O presidente da ASPP/PSP explicou que, na sexta-feira, foi enviado um ofício que dava conta desta visita, mas esta tarde quem os recebeu foi um “profissional de polícia” que se encontrava de serviço.
Este polícia “falou com um superior hierárquico, que disse para deixar a carta, que depois seria entregue no gabinete do primeiro-ministro”, explicou Paulo Rodrigues.
Tendo em conta esta indisponibilidade para receber a carta, que os polícias consideram “desvalorizar” a delegação, representa “a falta de respeito pelo trabalho dos profissionais de polícias e pelos próprios profissionais”.
Para o presidente da ASPP/PSP, esta atitude reflete bem “a falta de política adequada, que melhore não só as condições dos profissionais como da própria PSP e da segurança do país”.
O gabinete do primeiro-ministro disse hoje que não teve conhecimento do pedido de entrega de uma carta reivindicativa da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), contrariando afirmações do seu presidente, Paulo Rodrigues.
Fonte do gabinete de António Costa afirmou ainda que não recebeu qualquer pedido relacionado com a entrega da carta da ASPP/PSP.

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