Vários espaços da cidade de Díli, capital de Timor-Leste, acolhem esta semana um conjunto de oficinas de danças da Europa, numa viagem que terminará com um grande baile no Dia Internacional da Música.

A iniciativa, por ocasião do Ano Europeu do Património Cultural, tem como objetivo “a aprendizagem de danças tradicionais” juntando “o reconhecimento da importância da divulgação do património imaterial, como são a música e a dança, ao intercâmbio de experiências e diálogo intercultural”.
Estas oficinas são uma iniciativa da Embaixada de Portugal, do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e da Delegação da União Europeia em Timor-Leste, e contam com o apoio de várias entidades em Timor-Leste, incluindo o Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, a Secretaria de Estado das Artes, a Fundação Oriente, a Universidade Nacional Timor Lorosa’e e a Escola Paroquial S. Pedro.
A agenda prevê a realização de entre uma e duas oficinas diárias de terça a sexta-feira, de manhã numa instituição timorense – UNTL, Colégio Paulo VI – e à tarde no Centro Cultural Português.
Na sexta-feira é dia do ensaio geral para o Grande Baile de Danças que decorre a 01 de outubro no Ministério dos Negócios Estrangeiros em Díli.
Os organizadores explicam que as danças “contam a história dos povos de cada país, sendo executadas em festas, cerimónias populares e ambientes de trabalho, desde tempos remotos, como forma de partilha e comunicação entre pessoas das mais diversas idades”.
Hoje, com a evolução da cultura tradicional, estas danças “são apresentadas em bailes e festivais por todo o mundo, procurando-se desta forma um reencontro entre o passado popular e a tradição contemporânea”.
Durante as oficinas serão ensinadas danças de roda, em linha e de pares provenientes de diversos países da Europa, nomeadamente França, Grécia e Inglaterra, entre outros.
As aulas estão a cargo do grupo Fulano, Beltrano & Sicrano, com Leónia Oliveira.

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