É a reação às declarações de Pedro Matos Fernandes na Renascença, onde garantiu que a “lei Uber” é para manter.
O presidente da Antral, associação que representa os taxistas, não gostou do que ouviu o ministro do Ambiente dizer na Renascença e diz que Pedro Matos Fernandes não tem credibilidade para conduzir este processo de contestação às plataformas de transporte.
“Esse senhor não defende a concorrência sã e leal; não tem qualquer credibilidade para desbloquear esta situação. O senhor primeiro-ministro tem de nomear uma pessoa com credibilidade e nem este senhor nem o senhor José Mendes [secretário de Estado do Ambiente] podem estar a tratar uma indústria da forma como têm estado a tratar”, critica.
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