A estátua é um presente da África do Sul para a ONU, a propósito do centenário do nascimento do líder político.
A Organização das Nações Unidas (ONU) e a África do Sul ergueram esta segunda-feira uma estátua de Nelson Mandela, que permanecerá na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, para homenagear o antigo Presidente sul-africano.
A estátua de Nelson Mandela é um presente da África do Sul para as Nações Unidas, por ocasião do centenário do nascimento do líder histórico.
A Assembleia-Geral das Nações Unidas realiza esta segunda-feira a Cimeira da Paz, que assinala o centenário do nascimento de Nelson Mandela, com a participação de dezenas de chefes de Estado e de Governo.
A estátua de Mandela foi erguida antes do início do encontro pelo Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, o português António Guterres, e a Presidente da Assembleia Geral, a equatoriana María Fernanda Espinosa.
“Nelson Mandela personificou os mais altos valores das Nações Unidas: paz, perdão, compaixão e dignidade humana. Era um defensor de todas as pessoas, com as suas palavras e ações”, afirmou António Guterres na cerimónia.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, discursa hoje na Cimeira de Paz, em Nova Iorque, onde ficará até quarta-feira para participar e discursar na 73.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas.
A África do Sul celebrou em julho de 2018 o centenário do nascimento de Nelson Mandela, que morreu no dia 5 de dezembro de 2013, aos 95 anos, depois de décadas de vida dedicada à luta contra a discriminação racial e contra as injustiças sobre a população negra.
Mandela começou a sua vida de ativismo como militante, defendendo o uso de violência contra o regime do apartheid, mas as suas opiniões modificaram-se enquanto esteve na prisão e, quando foi libertado, dedicou-se essencialmente a promover soluções não-violentas e de reconciliação para lidar com as dificuldades na África do Sul.
Facebook
Twitter
Instagram