Perante o atraso,a Comissão Nacional de Eleições defendeu uma nova data para o escrutínio, tendo apontado o mês de Dezembro, como o mais adequado.

“É melhor esquecer o dia 18 de Novembro,” diz o ex-ministro da Administração Territorial, Batista Té, cujo argumento é que face aos atrasos registados não há condições para cumprir a data inicial.
Té sugere a criação de um novo cronograma e propor ao presidente da República uma nova data para as eleições.
Mas Policiano Gomes, presidente do Partido Democrático para o Desenvolvimento, diz que o não cumprimento da data não é aconselhável.
“Eu acredito que o povo está com expectativa para a data de 18 de novembro. E agora chegada a conclusão que esta data é inconcebível, acho que as pessoas de direito tem que se responsabilizar por isso,” diz
Entretanto, iniciou no fim-de-semana a formação de recenseadores eleitorais e já chegaram ao país 150 kits de recenseamento.
Perante o atraso, recentemente a Comissão Nacional de Eleições defendeu uma nova data para o escrutínio, tendo apontado o mês de dezembro, como o mais adequado.

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