O primeiro-ministro sueco, reeleito este domingo, é Stefan Löfven, dos Democratas Suecos. O partido de esquerda ficou com 144 lugares no parlamento sueco, enquanto a direita tem 143.

O primeiro-ministro social-democrata sueco, Stefan Löfven, apelou ao diálogo com a oposição após as eleições legislativas deste domingo , que colocam a extrema-direita em posição de árbitro, num cenário político fragmentado.
Num discurso, Löfven disse estar determinado em permanecer na chefia do Governo e travar a formação de extrema-direita anti-imigração Democratas da Suécia (SD), que passou a assumir uma função de charneira na política do país escandinavo.
Neste contexto, Löfven solicitou o diálogo com a oposição de centro-direita. “Uma coisa é certa, ninguém obteve a maioria. É assim natural propor uma colaboração entre os blocos”, declarou Stefan Löfven.
Com os ecologistas e o Partido de Esquerda, a esquerda garante o avanço de um lugar no parlamento face à Aliança do centro e direita, após a contagem de 99,8% dos votos.
Esta eleição implicou o “enterro da política de blocos”, acrescentou o chefe do executivo, ao apelar à “responsabilidade moral” dos partidos de centro-direita.
Sem atingir os seus objetivos, a extrema-direita sueca afirma ter garantido uma “enorme influência”. Com 62 deputados e 17,6% dos votos, progrediu cerca de cinco pontos, mas não conseguiu afirmar-se como o segundo partido do país.

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