O Presidente dos Estados Unidos rejeitou divulgar um comunicado preparado pela Casa Branca que apelidava de “herói” o recentemente falecido senador John McCain, com quem Donald Trump manteve um relacionamento tenso, noticiou o Washington Post.

Após a morte de McCain, vários funcionários, entre eles a porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, e o chefe de gabinete, John Kelly, defenderam a divulgação de um comunicado oficial no qual se chamava o senador de “herói” e se elogiava o seu serviço militar, em particular o desempenho no Vietname, onde foi prisioneiro de guerra.
Contudo, Trump rejeitou a versão final da declaração e disse que preferia reagir na sua conta da rede social Twitter, de acordo com o Washington Post, que cita funcionários e ex-funcionários da Casa Branca.
A publicação no Twitter do Presidente dos Estados Unidos expressava a sua “mais profunda compaixão e respeito pela família”, mas não continha elogios à figura de McCain.
A decisão de Trump rompe com o protocolo seguido pelos presidentes dos Estados Unidos que, por norma, enviam à comunicação social uma nota na qual destacam as realizações e conquistas de personalidades proeminentes após a sua morte.

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