Pré-candidatos optam por assistir à partida com a família e não com correligionários

Desde 1994, o calendário eleitoral e o futebolístico estão conectados. Em todo ano de disputa presidencial, tem Copa do Mundo. Assim, o evento esportivo acabou virando uma boa oportunidade para os presidenciáveis exporem o patriotismo e criarem conexão com o torcedor. Era comum, os candidatos, devidamente uniformizados, convocarem a imprensa para assistir aos jogo ao lado de correligionários.
Mas este ano, talvez traumatizados com o 7 a 1, que eliminou o Brasil em 2014 diante da Alemanha, os pré-candidatos, pelo menos inicialmente, planejam ser discretos em relação ao torneio da Rússia. Claro que um bom desempenho do time do técnico Tite nas primeiras rodadas pode levar a uma reformulação dos planos. Para o jogo inicial deste domingo contra a Suíça, os políticos estão programando, em geral, ficar em casa ao lado da família. Há até quem, por causa da agenda, talvez nem consiga ver a partida.

Facebook
Twitter
Instagram