Está em curso o plano de requalificação das Escolas Básicas do Porto. Para 2018, “o investimento na educação ronda os 10 milhões de euros, dos quais cerca de 3 milhões de euros são para investimento em obras de requalificação de estabelecimentos escolares”, a que acresce a verba de 7 milhões de euros para as obras de requalificação e modernização da Escola Secundária Alexandre Herculano, informa Fernando Paulo, vereador responsável pelo Pelouro da Educação da Câmara do Porto.

No programa de intervenções destaca-se o investimento de 1 milhão de euros na EB das Flores, cuja conclusão está prevista para breve. Por enquanto, o estabelecimento de ensino ainda funciona em salas modulares colocadas numa parte do seu recreio. Já na pausa letiva de verão, avança a substituição integral da cobertura da EB Fonte da Moura, num investimento que ronda os 175 mil euros.
Outra grande empreitada programada, para o mês de setembro, é a da requalificação da EB do Bom Sucesso. Enquanto decorrerem as obras, orçadas em 750 mil euros, a comunidade escolar será transferida para outro equipamento do mesmo Agrupamento de Escolas Infante Dom Henrique. Estas obras e transferências temporárias de alunos são sempre precedidas de reuniões e diálogo com os encarregados de educação e com o corpo docente dos estabelecimentos de ensino.
Há ainda obras de manutenção do edificado escolar agendadas para breve em mais três escolas básicas da cidade: EB de São Nicolau (45 mil euros); EB Lagarteiro (40 mil euros); EB Agra (17 mil euros). “Continuaremos, assim, a concretizar medidas que coloquem a escola pública no centro da política educativa, qualificando-a, melhorando o seu funcionamento e organização, e os resultados escolares dos alunos”, afirma o vereador da Educação, ao Jornal Porto.
Nesta senda de reabilitação do parque escolar, Fernando Paulo pretende também que a Câmara tenha um papel cada vez mais interveniente nas várias vertentes que interferem no plano educativo, nomeadamente “na manutenção do parque escolar; no reordenamento da rede escolar; nas atividades de enriquecimento curricular; na diversificação da oferta de programas educativos e pedagógicos; no aumento de cursos de educação, formação e profissionais; na formação dos agentes educativos; na ação social escolar; na abertura da escola ao exterior; e no enraizamento de uma cultura de responsabilização”, conclui.
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