O concelho do Porto teve no passado sábado, inoperacional metade das ambulâncias de emergência médica e menos 30% de trabalhares na Central de Emergência Médica sediada na cidade, pondo em risco a “eficácia de socorro” à população, denunciou este domingo sindicato.

O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Norte (STFPSN), Orlando Gonçalves, avançou este domingo, que no sábado no Porto, dia dos festejos do FC Porto e último dia da Queima das Fitas da cidade, eventos com vários milhares de pessoas na rua, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) teve “três ambulâncias inoperacionais” num universo de seis ambulâncias adjudicadas ao concelho do Porto, ou seja 50% das viaturas.
Por “inoperacionais” entenda-se que as ambulâncias de emergência médica estiveram paradas no Porto “por falta de trabalhadores” e não porque as viaturas tivessem sido deslocadas para outros locais do país, como poderia ter sucedido, designadamente para a zona de Fátima, onde decorria um evento religioso.
Para o coordenador do STFPSN, o que aconteceu no sábado no Porto “só demonstra que o INEM é incompetente” e tem “muita falta de organização”, especialmente em dias em que se previa maior probabilidade de ocorrências.

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