A greve começou esta terça-feira e termina na quinta. O protesto já levou ao cancelamento de consultas e cirurgias.

Os sindicatos dos médicos falam numa “adesão em massa”. Jorge Roque da Cunha, secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos, fala numa adesão de 80%, lembrando que são ainda números preliminares.
O responsável refere que há muitos blocos operatórios fechados um pouco por todo o país. “No Algarve, quer em Faro quer em Portimão, todos os blocos estão encerrados, em São José (Lisboa), todos os blocos estão fechados, no Hospital de São João (Porto) só um bloco está a funcionar, em Matosinhos só um dos blocos está a funcionar, em Santa Maria (Lisboa) todos os blocos encerrados”, indica.
O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, já tinha dito que entende as reivindicações da classe médica. João Proença, presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), responde: “é cinismo político puro. Ele não faz nada porque objetivamente não quer fazer nada”.

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