É a primeira vez, em quatro anos de inquéritos da consultora Marsh, que o roubo e fraude de dados aparece em primeiro lugar. Catástrofes ambientais também preocupam os empresários.

Os ataques cibernéticos em grande escala e os problemas ambientais são os riscos que mais preocupam as 170 empresas portuguesas que participaram no inquérito feito pela Marsh, consultora de gestão de riscos.
Sobre as ameaças que o mundo vai enfrentar este ano, 65% dos empresários inquiridos colocam os ataques cibernéticos no topo e 57% temem que sejam afetados pelo mesmo risco.
É a primeira vez que, no “top 5” dos riscos para as empresas, aparece o roubo e fraude de dados – um desafio para muitas empresas, nomeadamente com o novo Regime Geral de Proteção de Dados, que entra em vigor em maio.
Os problemas ambientais também ganham peso nas preocupações manifestadas no inquérito intitulado “A visão das empresas portuguesas sobre os riscos 2018”. Os eventos climáticos extremos, as crises de água e as catástrofes naturais são os fenómenos mais temidos.
A grande maioria dá agora mais importância à gestão de riscos: para 40% é elevada e para 45% suficiente. Só 15% das inquiridas dá pouca importância a este assunto mas, pela primeira vez, não há qualquer empresa a passar ao lado da gestão de riscos. E a maior parte assume claramente um maior investimento na prevenção e gestão de riscos diversos.

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