O voluntariado deve ser encarado como “uma responsabilidade comunitária” que faz “parte da vida normal, corrente” dos portugueses, considera Marcelo Rebelo de Sousa.

No seu discurso, o chefe de Estado agradeceu a Isabel Jonet pelo seu “infatigável dinamismo” e enalteceu o papel dos voluntários portugueses, dizendo que têm aumentado silenciosamente, “ninguém sabe ao certo quantos são”, e que “por aí, pelo voluntariado, passou e passa muita da resiliência social a crises e às suas saídas longas e penalizadoras”.
“O voluntariado tem sido, talvez, a mais surpreendente e poderosa expressão da emancipação da nossa tradicionalmente débil sociedade civil. Éramos poucos, muito poucos, nos anos 60 do século passado. Aumentámos nos anos 70. Mas, a verdadeira revolução ocorreu em menos de três décadas”, sustentou.

 

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