O visto para a obra de restauro e modernização do Bolhão está dado e as compensações que foram acordadas com os comerciantes já podem começar a ser pagas. Com o Mercado Temporário concluído desde setembro de 2017, “falta agora, apenas, um último visto ao contrato-programa com a empresa municipal GO Porto, para que seja estabelecido um calendário de transferência e as máquinas comecem a trabalhar”, informou ontem à noite Rui Moreira em sessão da Assembleia Municipal.

Para o longo processo de validação que tardou em chegar do Tribunal de Contas, o presidente da Câmara do Porto tem uma explicação: “muito legitimamente” a instituição “foi a fundo neste concurso, chegando a questionar, pelo elevado valor, se a autarquia tinha ou não a certeza de poder contar com fundos europeus para financiar o projeto”.
A esse propósito, tem também Rui Moreira uma convicção: são as boas contas do Município que permitem que a obra do Bolhão avance, independentemente da chegada dos fundos comunitários. Embora, como reiterou junto dos deputados municipais, não tenha dúvidas de que a autarquia vai poder contar “com alguns milhões de euros de financiamento por essa via”.
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