Boaventura de Sousa Santos, Maria Iñigo Clavo e Vivian Ziherl são os participantes da segunda assembleia de pensamento crítico Metabolic Rifts, que se realiza no Auditório Isabel Alves Costa, no Rivoli, a partir das 14,30 horas deste sábado. 
O evento é de acesso gratuito e convida a investigar morfologias do conhecimento, sistemas de colonização epistémica e de governança capitalista, bem como as presentes condições de delimitação política e corporativa que condicionam práticas curatoriais contemporâneas.
Depois da primeira sessão, realizada em Serralves em outubro passado, a segunda assembleia será aberta por Boaventura de Sousa Santos (professor catedrático jubilado, diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e distinguido pela Faculdade de Direito da Universidade de Wisconsin-Madison), que falará acerca de “Epistemologias do sul: descolonizando a arte e o conhecimento”).
Maria Iñigo Clavo (investigadora, curadora e professora da Universidade Aberta da Catalunha, onde é cofundadora do grupo de investigação independente “Península, processos coloniais e práticas artísticas e curatoriais”, em colaboração com o Museu Rainha Sofia, em Madrid) defenderá que “A nossa metodologia é o nosso agenciamento: notas sobre a descolonização do conhecimento através do curatorial”), a partir das 17 horas.
Uma hora depois, Vivian Ziherl (curadora, crítica e doutoranda na universidade australiana Monash) intervém sobre “760 anos de Natural: entre um leão e o oceano profundo”).
Pelas 19 horas, realiza-se uma mesa-redonda moderada por Alexandra Balona e Sofia Lemos, as promotoras da Metabolic Rifts com o apoio do programa municipal Criatório, terminando a assembleia com a exibição de “Donna Haraway: storytelling for earthly survival” (2016, 81 min.) do realizador e ativista Fabrizio Terranova.
Facebook
Twitter
Instagram