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Estão abertas as nomeações para o Edifício do Ano 2018 na ArchDaily. Da autoria do arquiteto da Câmara Municipal de Matosinhos, Guilherme Machado Vaz, a Real Vinícola é um dos edifícios candidatos a nomeação na categoria de Arquitectura Cultural.
Com fotos de Luis Ferreira Alves e texto descritivo do autor do projeto, o site Archdaily mostra as formas, os pormenores e os recantos que encantam que visita a Real Vinícola. “O principal objetivo deste projeto foi restabelecer o equilíbrio de forças entre a Natureza e o espírito humano. Um equilíbrio alcançado através de uma negociação com a Natureza, que reivindica um espaço que já era dela, numa luta sem fim; o espírito humano, que se manifestou há cem anos e construiu o espaço; e com o espírito que será necessário manifestar hoje e estabelecer um diálogo com os dois anteriores”, explica Guilherme Machado Vaz na apresentação do seu projeto.
A Câmara Municipal de Matosinhos apela ao voto nesta obra que muito engrandece e orgulha a cidade.
Edificada entre 1897 e 1901, a Real Vinícola foi a primeira unidade industrial de Matosinhos-Sul.
Ligado à exportação de vinhos da “Real Vinícola” da “Méneres e & Cia”, este gigantesco complexo possuía amplos armazéns, uma tanoaria com mecanismos a vapor e até uma ligação privativa ao Porto de Leixões por intermédio de veículos em carris, puxados por animais.
Adquirido pela Autarquia, em 2000, o edifício da “Real Vinícola” foi classificado como monumento de interesse público e foi alvo de um intenso programa de reabilitação de forma a adequar o edifício às suas novas funções.
Desde o dia 18 de novembro de 2017, a Real Vinícola passou a acolher a sede da Casa da Arquitectura-Centro Português de Arquitectura, o primeiro espaço expositivo português inteiramente dedicado ao estudo, à divulgação e valorização da arquitetura.
A nova Casa da Arquitectura conta com uma área de 4.700 metros quadrados no interior do quarteirão da Real Vinícola, onde também ficará instalada a Orquestra Jazz de Matosinhos, um restaurante e um conjunto de estabelecimentos comerciais relacionados com a vocação industrial do imóvel.
O investimento total ultrapassa os oito milhões de euros.

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