O presidente da câmara de Vila Nova de Gaia disse esta quarta-feira ser “absolutamente impensável” que o Governo corte nas transferências de verbas para as autarquias no caso de não concluírem, até maio, as faixas de segurança contra incêndios.

“É, para mim, absolutamente impensável, inviável e inaceitável, julgo que é um equívoco”, frisou Eduardo Vítor Rodrigues, à margem de uma conferência de imprensa das Áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa, realizada em Vila Nova de Gaia.
O socialista adiantou que, sendo também presidente do Conselho Metropolitana do Porto, já solicitou para a próxima reunião, a 26 de janeiro, o agendamento de um ponto de trabalho sobre esta matéria para a tomada de “uma posição conjunta”.
“O que para mim é estranho é que durante 40 anos o país, o poder central, não tenha sido capaz de fazer muito do que devia e, de repente, a reboque dos desastrosos acidentes que tivemos no verão passado, o poder central seja expedito a produzir legislação que transfere, julgo que até reencaminha, o assunto para as câmaras, dando-lhes dois ou três meses para resolver o problema, no exato ano em que começa em funcionamento o novo código de contratação pública”, frisou.

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