Na listagem de decisões municipais que garantem os direitos históricos dos comerciantes do Mercado do Bolhão, figuram novos contratos, licenças revistas com integração de novas categorias e milhares de produtos consignados, despesas de transferência, bem como a definição de compensações por lucros cessantes e acordos com todos aqueles que optaram por não regressar ao Bolhão após a conclusão da empreitada de restauro.

Em termos financeiros, o Município está disposto a consignar cerca de 5,6 milhões de euros em despesas com os comerciantes, designadamente “deslocações”, “suspensão de atividade”, compensações por cessação da atividade e eventuais “perdas de faturação” devido à transferência para o Mercado Temporário do Bolhão (MTB).
Todos estes cenários mereceram explicações detalhadas por parte de Cátia Meirinhos, administradora da empresa municipal GO Porto, e de Francisco Rocha Antunes, do Gabinete do Mercado do Bolhão, durante a última reunião de Executivo concretizada esta manhã.

Facebook
Twitter
Instagram