Conferir mais exequibilidade e eficiência às políticas de inclusão do Município é o principal objetivo subjacente ao encerramento da Provedoria do Cidadão com Deficiência, à subsequente integração do Gabinete que lhe era dedicado no Pelouro da Coesão Social, bem como à criação do Provedor do Munícipe.

Para o presidente da Câmara, que explicava esta tomada de decisão à Assembleia Municipal, realizada segunda-feira à noite, obtém-se “um ganho de eficiência, um investimento na temática e [assegura-se] a continuidade nas políticas municipais de inclusão, até aqui executadas com ou sem a intervenção da provedoria”. Além do mais, salientou Rui Moreira, “são decisões democráticas e repetidamente sufragadas”, recordando que as mesmas medidas constam do plano e orçamento votado favoravelmente pela Assembleia e, anteriormente, pelo executivo.
Nesta lógica de internalização na macroestrutura, os serviços mantêm os recursos humanos pré-existentes no Gabinete que existia no âmbito da provedoria, ganhando agora “capacidade executiva com a integração no pelouro”, explicou o autarca.

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