Dezenas de famílias de Aldoar, Porto, ficaram sem água, denunciou, esta quinta-feira, o Bloco de Esquerda que, em visita ao local, exigiu que a câmara repusesse o “bem essencial” e reunisse com as pessoas, “mostrando-se sensível à sua situação económica”.

“O que está a acontecer é desumano. Não se pode cortar um bem que é essencial para viver. Tratar pessoas como criminosas por serem pobres é inaceitável. Nenhuma destas pessoas recusa pagar e estão a propor planos de pagamento à medida das suas possibilidades”, disse o deputado bloquista José Soeiro.
Em causa, está, segundo a Associação de Moradores do Bairro de Aldoar, o corte feito pela empresa Águas do Porto a cerca de 40 famílias do bairro de Aldoar.
José Soeiro avançou que o BE vai pedir uma reunião de urgência às Águas do Porto para esclarecer esta situação e exigir que “não se corte a águas às pessoas, sem se verificar porque é que estas não pagam”.

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