A Universidade do Porto garantiu que a venda do antigo Colégio Almeida Garrett por 6,1 milhões de euros será integralmente reinvestida na reabilitação de faculdades, residências estudantis, cantinas escolares e estruturas desportivas.

“A receita obtida com a alienação do complexo de edifícios conhecido como antigo Colégio Almeida Garrett será integralmente reinvestida na reabilitação de faculdades, residências estudantis, cantinas escolares e estruturas desportivas da Universidade do Porto (UP), com o propósito de garantir melhores condições de ensino, investigação e apoio social aos seus estudantes, docentes e investigadores”, lê-se num comunicado enviado à Lusa intitulado “Resposta a Comunicado do Bloco de Esquerda sobre venda do ex-colégio de Almeida Garrett”.
O Bloco de Esquerda exigiu, na terça-feira, que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a UP e Câmara do Porto esclareçam que uso terá o ex-colégio Almeida Garrett, património imobiliário da UP e cuja venda está em curso por 6,1 milhões de euros.
O vereador do PS da Câmara do Porto, Manuel Pizarro, defendeu, por seu turno, que a autarquia deve comprar o Almeida Garrett.
Já a vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, questionou se a autarquia foi contactada para exercer o direito de preferência na aquisição do ex-colégio.
O ex-colégio Almeida Garrett, localizado na Baixa Porto, junto à Praça Coronel Pacheco, está inserido num terreno com uma área total de 8520 metros quadrados, espaço equivalente a oito campos de futebol, e foi vendido em hasta pública à Real Douro – Promoção e Gestão Imobiliária, com sede no Marco de Canaveses.

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