“Orlando”, de Virginia Woolf, é revisitado no monólogo “A Grande Vaga de Frio”, que a partir de hoje e até 19 de novembro está em cena no Teatro Carlos Alberto (TeCA).

Com dramaturgia de Luísa Costa Gomes, direção de Carlos Pimenta e interpretação de Emília Silvestre, a peça marca o encontro com a “figura camaleónica, sempre jovem, que muda caprichosamente de sexo e identidade: um jovem nobre do século XVI que percorre três séculos, culminando como escritora na própria época de Woolf”.
Como se pode ler na sinopse do espetáculo, “Orlando continua atraente. Tem trinta e seis anos há pelo menos cem anos. É homem? É mulher? Não tem dúvidas sobre os sexos a que pertence e, no entanto, não pode ter certezas. Fazendo o balanço da sua vida de mulher, de mulher casada e de poeta publicada, Orlando ouve o som do vento no carvalho, o mesmo que levou o marido para o Cabo Horn. Adensa-se a nuvem de humidade que tudo permeia no século XIX. Mas é na Grande Vaga de Frio que foi realmente (realmente?) feliz e Orlando prepara-se para o regresso ao Grande Carnaval no Gelo”.
Uma coprodução do Ensemble – Sociedade de Actores, Fundação Centro Cultural de Belém e Teatro Nacional São João, a peça é sugerida a maiores de 12 anos. O bilhete custa 10 euros.

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