O sociólogo Richard Sennett é o primeiro orador do Fórum do Futuro que, pelas 16 horas de hoje, começa um programa de sete dias para debater o presente e refletir sobre o que ainda é possível para evitar a destruição total do planeta e a aniquilação da humanidade.
Na sua quarta edição, o Fórum do Futuro, promovido pela Câmara do Porto, avança para uma dimensão ainda mais internacional, de modo a tornar global o pensamento, os alertas e as possíveis estratégias a adoptar para inverter o fim do mundo, que muitos consideram já iminente.
Até ao próximo sábado, dezenas de pensadores, artistas e profissionais das mais diferentes áreas – da biologia à arquitetura ou da música à física – dos vários continentes e de diferentes faixas etárias vão partilhar o seu pensamento sobre os mais graves problemas com que a Terra e o Homem se defrontam na atualidade.
São, por isso, muitos os nomes de destaque internacional que vêm ao Porto dar o seu contributo, entre os quais a alemã Hito Steyert, que acaba de ser considerada a personalidade mundial mais influente no universo da arte contemporânea pela ArtReview.
Mas a expectativa está já na abertura do programa, esta tarde, pelo norte-americano Richard Sennett, numa sessão que tem por tema “A caminho da sociedade aberta”.
A final da tarde, o Rivoli recebe a artista e investigadora holandesa Alexandra Duvekot, com uma performance envolvendo plantas e uma explicação sobre o seu trabalho de comunicação com o reino vegetal, sob o título “The Plant Orchestra”.
Também hoje, mas à noite, é exibido o documentário de Marie Losier “The Ballad of Genesis and Lady Jaye”, que narra a história do/a artista Genesis Breyer P-Orridge e da sua mulher e parceira artística, Lady Jaye, que por amor decidiram fundir-se numa só entidade.
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