A Câmara do Porto analisa na reunião de terça-feira o reconhecimento da Farmácia Lemos e do restaurante Regaleira como estabelecimentos de interesse histórico e cultural ou social, para lhes assegurar medidas de proteção, nomeadamente ao nível do arrendamento.

Se receber luz verde do executivo, a proposta, a que a Lusa teve hoje acesso, permitirá juntar estas duas lojas a uma lista de mais de 30 estabelecimentos aprovados no anterior mandato para ficarem protegidos também “no âmbito do regime jurídico das obras em prédios arrendados” e para terem “acesso a programas municipais ou nacionais de apoio”.
O documento, da autoria do vereador do Comércio, Ricardo Valente, vai ser votado na primeira sessão pública do executivo saído das autárquicas de 1 de outubro, que levou à reeleição do independente Rui Moreira com maioria absoluta.
Os novos órgãos autárquicos tomaram posse na quarta-feira e, na quinta-feira, realizou-se uma primeira reunião, privada, para formalizar a delegação de competências no presidente da câmara e deste nos vereadores, bem como a aprovação do regimento.

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