Rui Gomes da Silva ligou, esta segunda-feira, na coluna de opinião que assina no blog Nova Geração Benfica, o “aumento do radicalismo e da conflitualidade no futebol português” a uma série de fatores, entre eles o facto de “o Benfica estar a ganhar (ou ter ganho) de forma sistemática e sustentada” nos últimos anos.

 Para o ex-vice-presidente encarnado, “16 anos sem ganhar, para uns, e quatro sem ganhar nada (literalmente nada), para outros, ditou uma estratégia de desespero”, que passa por “atirar a tudo… para parecer que em tudo são prejudicados”.
Além disso, o antigo dirigente acusa o FC Porto de tentar “superar esta crise” com “jogadas que nada têm a ver com o futebol”, com o “apoio” da “necessidade de sobrevivência de quem está, neste momento, no Sporting”.
“O Sporting percebeu que a continuidade de vitórias do Benfica implicaria a mudança da liderança em Alvalade. E quem anunciou, à sua chegada, que viria por, pelo menos, 20 anos, não quererá sair ao fim de seis… sem ser campeão”, atira.
Rui Gomes da Silva aponta o dedo ao “egocentrismo” do “treinador do Sporting”, por tentar “provar que, depois dele, foi o dilúvio” no clube da Luz: “Não foi… porque, como sabemos, depois dele, o Benfica já ganhou os dois campeonatos… com ele do outro lado”.
O ex-dirigente admite, ainda assim, culpas do Benfica, uma vez que “não se terá percebido que 2017/18 era decisivo… por causa do penta, das acusações diversas, da introdução do vídeo-árbitro”.
“Isto só vai acabar quando o Benfica voltar a ganhar… para os calar. E quando espero que isso possa acontecer? O que desejo é que seja já em maio. Nós… no Marquês. Eles… a chorar, com o Marques!”, remata.
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