Na Escola Básica e Secundária do Coronado e Castro, em S. Romão do Coronado, Trofa, os alunos chegaram a entrar no estabelecimento, mas acabaram por sair a partir das 8.45 horas, por a escola “não ter condições” para funcionar devido à adesão à greve da função pública.

“Vi que havia muitas salas que não tinham professores, e funcionários só tinha quatro”, indicou ao JN o diretor da escola, Renato Carneiro. No exterior, alguns pais aguardaram quase até às 9 horas pela saída dos filhos, enquanto equacionavam soluções para o dia deles.
Na EB1/JI de Fonteleite, também em S. Romão, as portas não abriram, e na de Feira Nova, em S. Mamede do Coronado, acabou por não haver aulas também.
Houve encarregados de educação que conseguiram soluções de última hora, como os pais do pequeno Rafael, que pediram a uma tia do menino que fosse buscá-lo à escola. “Por acaso, hoje estou de folga, senao ficava com a avó. E, se ela não pudesse, um dos pais tinha de faltar ao trabalho para ficar com ele”, disse Nélia Magalhaes.

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