O Metro do Porto vai avançar com medidas de combate à fraude, o que poderá gerar um encaixe extraordinário de dois a quatro milhões de euros por ano, que reverte na maior parte para o Estado.

Fonte do ministério da Economia revelou que um estudo realizado pelo vencedor da subconcessão dos transportes públicos do Porto, o consórcio espanhol formado pela FMB e Transports Ciutat Comtal (TCC), detetou níveis de fuga superiores a 17%, o que levará à adoção de medidas no contrato que será assinado em abril.

O combate à fraude na utilização do metropolitano portuense pode melhorar a receita entre dois a quatro milhões de euros por ano, sendo 70% para o Estado, adiantou a mesma fonte.

Este estudo contraria um outro que tinha sido levado a cabo pela Metro do Porto e pela Autoridade Metropolitana dos Transportes do Porto, a pedido do Governo, que apontava para um nível de fraude de 2%, revelando que foi feito “de forma desadequada”.

A subconcessão dos transportes do Porto vai permitir uma poupança de 150 milhões de euros, durante os dez anos do contrato, um processo que deverá estar concluído no primeiro semestre.

Já em Lisboa, o concurso público internacional para a subconcessão do Metro de Lisboa e da Carris deverá ser lançado ainda esta semana, existindo “um forte interesse por parte de concorrentes internacionais”, afirmou fonte do Ministério da Economia.

A conclusão do processo, que permitirá poupanças de mais de 170 milhões de euros, decorre até 31 de julho.

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