Um inquérito realizado pela Fixando a 13.660 profissionais e utilizadores da plataforma mostra que 63% dos portugueses estão satisfeitos com o prolongamento do teletrabalho até 31 de dezembro de 2021, sendo que 56% considera a medida em causa muito positiva para a economia do país, 65% muito positiva para as empresas e 40% muito positiva para a saúde mental dos trabalhadores.
No entanto, os dados indicam que 9% dos profissionais revelou não estar autorizado, pela entidade patronal, a ficar em teletrabalho. 41% dos inquiridos estão em teletrabalho, sendo que destes apenas 5% revela receber uma compensação por parte da entidade patronal para cobrir os custos associados ao teletrabalho, indica ainda a Fixando.
De acordo com os trabalhadores inquiridos, entre as vantagens do teletrabalho estão a “redução do risco de contágio por covid-19 (66%), das despesas em deslocação (52%) e do tempo de deslocação (42%)”. A possibilidade de “horários mais flexíveis (35%)” e de “mais tempo de qualidade com a família (33%) são ainda outras das vantagens apontadas.
No que respeita às desvantagens, a maioria assinalou o “isolamento social (56%), seguido de “aumento das despesas em eletricidade, água e gás (54%)”. Para 26% dos inquiridos uma das desvantagens é a “qualidade da internet” e para 24% a “falta de material de trabalho adequado” e de “aumento das despesas relacionadas com bens-essenciais”.
“Desde o primeiro confinamento que a Fixando disponibiliza serviços remotos de forma a assegurar a continuidade e sobrevivência dos negócios dos profissionais em tempos de pandemia. Permite também que os clientes possam continuar a usufruir de todos os serviços em segurança”, apontou Alice Nunes, diretora de novos negócios da Fixando. 
De acordo com a plataforma, a procura por estes serviços registou um crescimento na ordem dos 900% em março de 2021, quando comparado ao período homólogo do ano anterior. 

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