O Presidente da República enviou este domingo uma mensagem de condolências ao seu homólogo timorense na sequência dos “trágicos efeitos das inundações que afetaram grande parte da cidade de Díli”, provocando perda de vidas e danos avultados.
“Foi com profunda consternação e tristeza que tomei conhecimento dos trágicos efeitos das inundações que afetaram grande parte da cidade de Díli e provocaram a perda de vidas humanas e danos avultados em infraestruturas, incluindo aquelas essenciais ao combate à covid-19”, lê-se na mensagem de Marcelo Rebelo de Sousa dirigida a Francisco Guterres Lú-Olo e publicada na página da Presidência.
“Neste momento difícil, os meus pensamentos estão com as vítimas e as suas famílias, a quem apresento, através de Vossa Excelência em nome do Povo português e no meu próprio, sentidas condolências, bem como os votos de rápida recuperação a todos os feridos”, acrescenta.
As cheias que atingiram este Domingo grande parte da cidade de Díli, provocaram pelo menos 11 mortos, segundo um balanço ainda provisório da Proteção Civil.
Responsáveis do Governo e das várias estruturas de emergência estiveram reunidos de urgência no Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) para analisar os danos causados pelas cheias, que arrastaram casas, destruíram estradas e várias outras estruturas.
Entre as prioridades definidas nessa reunião alargada liderada pelo CIGC está o apoio à evacuação das zonas mais afetadas e ao realojamento de centenas de famílias afetadas pelas inundações em vários pontos da cidade.
Nos últimos dias, os serviços meteorológicos tinham alertado para o risco de chuva forte em várias zonas do país, com destaque para a costa Norte, devido aos efeitos de um sistema de baixa pressão, localizado sobre a parte ocidental da ilha de Timor.
As chuvas intensas já tinham causado problemas em vários municípios do país nos últimos dias, com relatos de casas destruídas e outras infraestruturas afetadas, incluindo estradas e pontes.
O presidente de Timor-Leste classificou como “grande calamidade” as cheias que atingiram grande parte da cidade de Díli e pediu ao Governo para fazer um levantamento preciso sobre os danos causados e o número de mortos.

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