Várias centenas de pessoas responderam, este domingo, ao apelo do Movimento Democrático das Mulheres (MDM) manifestando-se, no Porto, a favor da igualdade de direitos e protestando contra o acumular de funções que a chegada da pandemia provocou ao seu quotidiano.
O Dia Internacional de Mulher, que se celebra esta segunda-feira, foi o mote e, sempre com distanciamento social e máscara na cara, as pessoas foram ao longo da tarde ocupando o seu lugar no Largo Amor de Perdição para um protesto com muitas caras, mas um só denominador: a igualdade.
Márcia Oliveira, dirigente do MDM testemunhou que “continua a existir um longo caminho a percorrer no que toda à igualdade entre homens e mulheres”, situação que, frisou, foi “agravada pela pandemia, utilizada muitas vezes como desculpa para retrocessos de direitos”.
“E houve, particularmente na área laboral, já que são as mulheres as mais penalizadas, somando ao teletrabalho o terem de cuidar dos filhos e a diminuição do rendimento laboral e, noutros casos, a não renovação de contratos a termo, acentuando-se, assim, a precariedade laboral”, elencou a ativista.
Envergando coletes da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Clotilde Fernandes e Sónia Rodrigues distinguiam-se num aglomerado a quem ao som de palavras de ordem eram distribuídos cravos vermelhos.

Facebook
Twitter
Instagram