Rui Lázaro, Vice-Presidente do Sindicato de Emergência Médica, afirma que “o INEM não tem sido capaz de encontrar soluções para a maioria dos problemas, nomeadamente com as condições de trabalho”, uma vez que “viver em tempo de pandemia há já oito meses e o INEM ainda hoje não ser capaz de garantir equipamento de proteção individual adequado para os técnicos poderem socorrer os cidadãos e os casos suspeitos e confirmados de Covid-19 é demasiado grave”.
Rui Lázaro indica ainda que “a resposta que temos é o continuar do deteriorar das condições de trabalho: técnicos sem equipamento de proteção adequado porque o tamanho não serve, sem condições para tomar banho em muitas das bases operacionais do INEM, por exemplo, continuamos a levar o fardamento, depois de transportar casos suspeitos e confirmados (de Covid-19) para lavar em casa, já está a roçar muito o insustentável”.

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