O FC Porto repudia, em comunicado avançado esta segunda-feira, a violência policial usada em Coimbra sobre adeptos do FC Porto “cujo comportamento não estava a atentar contra a ordem pública, nem sequer a perturbar o convívio de outros cidadãos presentes no local”. Dados “os graves acontecimentos dos quais resultaram vários feridos”, o FC Porto pediu a abertura de um inquérito ao Ministério da Administração Interna.

Comunicado na íntegra:

“Em causa a carga policial contra adeptos do FC Porto nos festejos da conquista da Taça de Portugal.
O FC Porto repudia a violência usada, em Coimbra, pela Polícia contra adeptos do nosso clube cujo comportamento não estava a atentar contra a ordem pública, nem sequer a perturbar o convívio de outros cidadãos presentes no local, entre os quais o presidente do Mototurismo do Centro, Ricardo Figueiredo, que, em declarações públicas, atestou isso mesmo.
Face a estes graves acontecimentos, dos quais resultaram vários feridos, decidiu o FC Porto pedir a abertura de um inquérito ao Ministério da Administração Interna para apurar a quem coube a responsabilidade pelo inaceitável e desproporcionado uso de violência contra adeptos indefesos.
Estranhamente, ou não, a violência policial de Coimbra já tinha sido precedida de medidas de cerco ao estádio do Dragão que incluíram o fecho, sem qualquer aviso prévio e em pleno horário de laboração, tanto da FC Porto Store, a nossa loja comercial, como do Museu Café. Também neste caso sem motivo uma vez que o histórico das anteriores saudações dos adeptos tinha sido considerado sem atropelo às regras pelas autoridades.”

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