Há conclusões que foram enviadas à CCDR-Norte que obrigam a impôr limitações ao funcionamento do aterro, a CCDRN tem de tirar as conclusões que têm de tirar e eu, Ministro, não sou a entidade administrativa que passa licenças ou tira licenças”, afirma Matos Fernandes, Ministro do Ambiente, quando questionado sobre a investigação iniciada há cerca de um mês no aterro de Sobrado, em Valongo, descartando e passando assim a responsabilidade sobre um eventual encerramento da unidade para a CCDR-Norte. As declarações ocorreram na tarde desta quinta-feira à margem da inauguração de uma empresa de painéis solares na Póvoa de Varzim da qual o Ministro participou.

O Ministro do Ambiente acrescenta ainda que a investigação revelou que “há um conjunto de incumprimentos que são bem claros na inspeção feita, mas o problema não tem só a ver com os incumprimentos, tem a ver com a licença” e indica que “a CCDR há-de explicar aquilo que são as alterações à licença que o aterro tem”.

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