O Tribunal considerou provados os crimes de falsidade informática e falsificação de documento que lesaram o Banco Privado Português (BPP).

O Tribunal da Relação condenou João Rendeiro, ex-presidente do BPP, a pena de prisão efetiva de cinco anos e oito meses, por um crime de burla qualificada.
O tribunal considerou provados os crimes de falsidade informática e falsificação de documento que lesaram o banco. Fez no passado dia 16 de abril 10 anos desde que o Banco de Portugal retirou ao Banco Privado Português (BPP) a autorização para o exercício da atividade bancária, “depois de verificada a inviabilidade dos esforços de recapitalização e recuperação desta instituição”.

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