O processo EDP refere que os arguidos Manuel Pinho, ex-ministro da Economia, e António Mexia, ex-presidente da elétrica, acordaram, em 2005, que o governante ajudaria a empresa em troca de benefícios na sua carreira profissional e académica.
Esta referência consta do despacho do juiz Carlos Alexandre do Tribunal Central de Instrução Criminal, que, na segunda-feira, determinou a suspensão de funções de António Mexia como presidente da EDP e de João Manso Neto como presidente da EDP Renováveis, obrigando-os ainda ao pagamento de uma caução de um milhão de euros cada.

Facebook
Twitter
Instagram