Noite fria, com futebol na televisão, com o FC Porto a jogar na Alemanha, mas sessão no café Oásis, muito interessante e com muita esperança para ir a votos e mudar Matosinhos.

Joaquim Jorge teve uma breve intervenção inicial em que salientou que, “queremos converter-nos numa sólida candidatura à CM Matosinhos, para isso, temos que ter uma grande capacidade de adaptação e explicar muito bem de forma simples os problemas.”
Deu um exemplo, “os subsídios e donativos atribuídos pela câmara são dinheiros públicos, que devem ser dados em função de critérios de transparência e qualidade. Não podem ser dados em função de amizades ou cartão de militante do PS.”
Outro exemplo, “exigir a prestação de contas do que a câmara gere, administra e decide. Isso não é dizer mal é um direito saber como são aplicados os dinheiros dos impostos dos matosinhenses.”
Joaquim Jorge afirmou que “é uma pessoa não o movimento Matosinhos Independente e que o “continuismo” é o inimigo a vencer e a sua estratégia de manter o poder ao longo de décadas”. 
Por fim, rematou “numa democracia é normal haver grupos antagónicos que competem pelo poder. Todavia em Matosinhos isso é mal-entendido, ser rival político é ser inimigo e não reconhecem a nossa legitimidade para concorrer, não aceitam o “nosso” direito de participar na vida política.”

Manuel Coelho, empresário, deu umas dicas como se deve recolher assinaturas, sendo o maior angariador de assinaturas do movimento Matosinhos Independente

Seguiu-se a intervenção de João Nuno, jurista, informou que vai realizar uma sessão de esclarecimento em Matosinhos para explicar porque estamos aqui e aproveitar fazer mais um forcing na recolha de assinaturas.
Estiveram presentes nesta sessão pessoas de Custóias como Mascarenhas Loureiro, José Gomes que se prontificou a dar uma ajuda na recolha de assinaturas, João Ribeiro, entre outros. Por S. Mamede, Fernando Esteves, Joaquim Machado, 1.ªsubscritor da freguesia. Pela freguesia de Matosinhos reapareceu Venâncio Carneiro.

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