O presidente da Área Metropolitana do Porto (AMP), Eduardo Vítor Rodrigues, destacou hoje a abertura da tutela na discussão sobre a descentralização por esta “não fechar a porta” a negociações que poderão envolver, para além das competências, os prazos.
“Isto não implica nenhum processo de começar de novo, implica a flexibilidade que a própria lei não tem, ou seja, o que uma negociação mais casuística pode permitir. O nosso objetivo é garantir que há um quadro normativo global que todos cumprirão, mas não se fecha a porta a um processo negocial que implica um alargamento da esfera do processo de descentralização”, disse o socialista Eduardo Vítor Rodrigues.
Já Alexandra Leitão, à semelhança de declarações recentes em reuniões semelhante à de hoje à tarde, frisou ter sido “unânime” nesta sessão que “a descentralização é o caminho a seguir porque acarreta um ganho enorme de qualidade nos serviços públicos”.
No final da reunião entre a Ministra da Modernização, Alexandra Leitão, e a Área Metropolitana do Porto, Eduardo Vítor Rodrigues indicou “que há problemas burocráticos a ultrapassar desde a contratação pública até ao modelo de contratação dos próprios técnicos e assistentes operacionais.

Facebook
Twitter
Instagram